Eu estou morrendo lentamentemeu caro leitor
Todos morreremos um dia,não podemos evitar
Numa sarjeta qualquer,com sofrimento ou louvor
Mas sem dizer estes versos não poderei descansar
Você que encontrar estes versos um dia por favor
Diga aos meus amigos obrigado por me esperarem tanto tempo
Diga aos meus inimigos que estou rindo de minha dor
Pois nem eles nem ninguém tomarão minha vida,apenas o vento
Diga ao meu fiel cão que eu parti e que nunca mais vou voltar
Que nunca mais trarei a ele raros petiscos ou uma namorada
E que nunca mais vou discutir com ele e nunca mais gritar
E que nunca mais ele será feliz com a minha chegada
Mas por favor não esqueca meu caro leitor
Se um dia o azar e o destino te troxerem este bilhete
Faça tudo que eu lhe peço ,eu imploro,por favor
Entregue estes versos a ela junto com um belo ramalhete
Aléxia meu amor,por favor não chore,não não chore,nem me faça chorar
Me perdoe se meu único pecado foi durante toda minha vida lhe amar
Pois sem tua presença,teus beijos e tuas carícias eu não consiguiria viver
Mas eu tentei lhe esperar,mas agora é tarde e chegou minha hora de morrer
Mas eu tentei chegar até você,eu juro que tentei
Viajei solitário e chorando por todas as estradas
Naveguei por todos esses mares
Andei por todas as ruas
Mas quando eu estava perto meu coração não aguentou
A vida foi se embora de minh'alma
E meu corpo pendeu sem vida
Morri mas nunca perdi a esperança de te ter em meus braços.
Mas eu te amo aléxia.
Por favor dê meu amor para aléxia,pois dele não preciso mais.
a·byss·al 1. of or like an abyss; immeasurable; unfathomable. 2. of or pertaining to the biogeographic zone of the ocean bottom between the bathyal and hadal zones: from depths of approximately 13,000 to 21,000 ft. spec·ter 1. a visible incorporeal spirit, esp. one of a terrifying nature; ghost; phantom; apparition. 2. some object or source of terror or dread: the specter of disease or famine.
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6 de jan. de 2009
1 de jan. de 2009
Os Três Mal-Amados
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
João Cabral de Melo Neto
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
João Cabral de Melo Neto
29 de nov. de 2008
Se eu morresse amanhã
OH!Se eu morresse amanhã!Que dores eu sofreria!
Nunca mais meus amigos ver,nunca mais rir e gargalhar
Oh!Mas como eu posso me livrar dessas dores de agonia?
Falo tudo!Qualquer coisa!Só nunca me mataria!
OH!Tomo como minhas as palavras do mestre
Minha mãe de saudades morreria
Por mais que pouco nela preste
Se eu morresse amanha!
OH!Nunca mais eu verei teus olhos em meus sonhos
Nunca mais por você meu coração quase voltaria a bater
E meu corpo seria uma lembrança do que fomos
Se eu morresse amanhã!
Mas nunca mais perderia uma noite pensando em ti
E nunca me perderia em lembraças de um bom passado
E tudo seria apenas uma lembrança do que eu sofri
Se eu morresse amanhã!
Mas dos prazeres da vida eu não gozaria
Nunca mais eu teria diversão alguma
Minhas músicas eu nunca mais escutaria
Se eu morresse amanhã!
Mas nunca mais a ferida do amor arderia
Nunca mais eu iria sentir amor
Nunca mais eu seria afogado em agonia
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
Nunca mais meus amigos ver,nunca mais rir e gargalhar
Oh!Mas como eu posso me livrar dessas dores de agonia?
Falo tudo!Qualquer coisa!Só nunca me mataria!
OH!Tomo como minhas as palavras do mestre
Minha mãe de saudades morreria
Por mais que pouco nela preste
Se eu morresse amanha!
OH!Nunca mais eu verei teus olhos em meus sonhos
Nunca mais por você meu coração quase voltaria a bater
E meu corpo seria uma lembrança do que fomos
Se eu morresse amanhã!
Mas nunca mais perderia uma noite pensando em ti
E nunca me perderia em lembraças de um bom passado
E tudo seria apenas uma lembrança do que eu sofri
Se eu morresse amanhã!
Mas dos prazeres da vida eu não gozaria
Nunca mais eu teria diversão alguma
Minhas músicas eu nunca mais escutaria
Se eu morresse amanhã!
Mas nunca mais a ferida do amor arderia
Nunca mais eu iria sentir amor
Nunca mais eu seria afogado em agonia
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
24 de out. de 2008
Um sepulcro para dois cadáveres
Estamos marcados apaixonados e condenados
Desde o maldito dia que nos aproximamos
Nossos tristes destinos estão estrelaçados
Estamos morrendo desde o dia em que nos acabamos
Estamos morrendo aos poucos parte por parte
Amor é morrer e sofrer,é tudo uma arte
Estamos bebendo dos nossos próprios venenos
Estamos morrendo desde o dia que nos conheçemos
Pois não podemos ficar juntos
Oh não meu Deus,isso jamais!
Destino conspira contra nós!
Mas eu queria poder morrer esta noite,e acabar com tudo isso
Para um dia jazer ao seu lado com a morte em meu peito
E passar uma noite eterna e feliz durmindo ao seu lado!
Desde o maldito dia que nos aproximamos
Nossos tristes destinos estão estrelaçados
Estamos morrendo desde o dia em que nos acabamos
Estamos morrendo aos poucos parte por parte
Amor é morrer e sofrer,é tudo uma arte
Estamos bebendo dos nossos próprios venenos
Estamos morrendo desde o dia que nos conheçemos
Pois não podemos ficar juntos
Oh não meu Deus,isso jamais!
Destino conspira contra nós!
Mas eu queria poder morrer esta noite,e acabar com tudo isso
Para um dia jazer ao seu lado com a morte em meu peito
E passar uma noite eterna e feliz durmindo ao seu lado!
22 de out. de 2008
A dor
A dor que enche meus pulmões
A dor que consome minh´alma
A dor que dilacera corações
A dor que rouba minha calma
A dor que não me deixa dormir
A dor que não me deixa descançar
A dor que não me deixa sumir
A dor que não me deixa chorar
A dor que trinca meus ossos
A dor que esfria minhas mãos
A dor que afasta meus votos
A dor que faz meus pensamentos vãos
A dor que não me deixa comer
A dor que não me deixa ganhar
A dor que não me deixa perder
A dor que nao me deixa sofrer
A dor que meus olhos costura
A dor que entope minha boca
A dor que me afasta a ternura
A dor que me te deixa rouca
A dor que não me deixa viver
A dor que não me deixa morrer
A dor que só me faz sofer
A dor que é pra te esquecer.
A dor que consome minh´alma
A dor que dilacera corações
A dor que rouba minha calma
A dor que não me deixa dormir
A dor que não me deixa descançar
A dor que não me deixa sumir
A dor que não me deixa chorar
A dor que trinca meus ossos
A dor que esfria minhas mãos
A dor que afasta meus votos
A dor que faz meus pensamentos vãos
A dor que não me deixa comer
A dor que não me deixa ganhar
A dor que não me deixa perder
A dor que nao me deixa sofrer
A dor que meus olhos costura
A dor que entope minha boca
A dor que me afasta a ternura
A dor que me te deixa rouca
A dor que não me deixa viver
A dor que não me deixa morrer
A dor que só me faz sofer
A dor que é pra te esquecer.
Sete Anos de Veneno
Tu, meu jovem e apaixonado mortal
Vais agora provar o veneno que tanto cobiçara
Provastes os gozos da luxúria carnal
Mas agora tua paixão morreu e o amor acabara
Ousou provar do veneno da paixão fatal
Ousou roubar um beijo da musa que tu amara
Ousou arriscar nesse jogo da vida mortal
Ousou amar sabendo que a esperança acabara
Eu o condeno,ó desgraçado!Eu o condeno!
Que Deus e o diabo tenham piedade de tu´alma!
Que você pague pelo preço de arriscar amar!
Eu o condeno a sete anos de veneno!
Eu o condeno a sofrer sete anos de horror!
Eu o condeno a morrer de amor!
Vais agora provar o veneno que tanto cobiçara
Provastes os gozos da luxúria carnal
Mas agora tua paixão morreu e o amor acabara
Ousou provar do veneno da paixão fatal
Ousou roubar um beijo da musa que tu amara
Ousou arriscar nesse jogo da vida mortal
Ousou amar sabendo que a esperança acabara
Eu o condeno,ó desgraçado!Eu o condeno!
Que Deus e o diabo tenham piedade de tu´alma!
Que você pague pelo preço de arriscar amar!
Eu o condeno a sete anos de veneno!
Eu o condeno a sofrer sete anos de horror!
Eu o condeno a morrer de amor!
21 de out. de 2008
Vadia Pestilenta
Você se aproveita de tudo e todos ao seu redor
Os trata como trapos e farrapos poídos
E quando a tristeza apertar e ser pior
Aos braços dos trapos você irá aos gritos
E quando eles menos esperarem,verei você partir
Procurando pela noite outro colo para deitar
Outro bagaço para chupar e teu desejo suprir
E depois irá buscar os que julgavam te amar
Buscar quem de verdade te amou
Quem você pisou e cuspiu em cima
Não tem nada para completar a rima
Mas quando mais ninguém te olhar nos olhos
Você beberá tua própria peçonha até a morte
E eu irei rir e dançar em teu sepulcro.
Sua vadia pestilenta.
hahahahahahahahah!
Cássio Moreira
NÂO FODAM A MERDA DA MINHA PACIÊNCIA PERGUNTANDO PRA QUEM EU ESCREVI ESSA MERDA OK?
ESCREVI ELE PENSANDO NUMA FRASE DE UMA MÚSICA CACETE
Os trata como trapos e farrapos poídos
E quando a tristeza apertar e ser pior
Aos braços dos trapos você irá aos gritos
E quando eles menos esperarem,verei você partir
Procurando pela noite outro colo para deitar
Outro bagaço para chupar e teu desejo suprir
E depois irá buscar os que julgavam te amar
Buscar quem de verdade te amou
Quem você pisou e cuspiu em cima
Não tem nada para completar a rima
Mas quando mais ninguém te olhar nos olhos
Você beberá tua própria peçonha até a morte
E eu irei rir e dançar em teu sepulcro.
Sua vadia pestilenta.
hahahahahahahahah!
Cássio Moreira
NÂO FODAM A MERDA DA MINHA PACIÊNCIA PERGUNTANDO PRA QUEM EU ESCREVI ESSA MERDA OK?
ESCREVI ELE PENSANDO NUMA FRASE DE UMA MÚSICA CACETE
Ainda te amando
Ainda te amando minha querida dama
Sem nenhuma esperança de que você volte
Vazios meu quarto,minha sala e minha cama
Sozinho em minha casa quem me olha é a morte
Ainda lembrando de teu suspiro em minha nuca
Lembrando te tuas útlimas palavras e lágrimas proferidas
tentando te esquecer com qualquer rélis puta
Temendo que suas mémóras não pudessem ser esquecidas
E o caos que toma conta de mim vem sorrateiro
Quando a luz da lua morta toma os céus
Quando a morte me envolve com teus véus
Sou eu,seu amor verdadeiro!O único e o primeiro!
Sou eu,esperando teu beijo e teu afago,em vão
Chorando por suas cartas e com meu revólver na mão
Sem nenhuma esperança de que você volte
Vazios meu quarto,minha sala e minha cama
Sozinho em minha casa quem me olha é a morte
Ainda lembrando de teu suspiro em minha nuca
Lembrando te tuas útlimas palavras e lágrimas proferidas
tentando te esquecer com qualquer rélis puta
Temendo que suas mémóras não pudessem ser esquecidas
E o caos que toma conta de mim vem sorrateiro
Quando a luz da lua morta toma os céus
Quando a morte me envolve com teus véus
Sou eu,seu amor verdadeiro!O único e o primeiro!
Sou eu,esperando teu beijo e teu afago,em vão
Chorando por suas cartas e com meu revólver na mão
19 de out. de 2008
Que não venha a noite
Que o céu não se torne rubro e gelado
Que a noite não caia e que fique escondida
Que o dia sempre seja vasto e iluminado
Que não caia a noite e não sofra minha vida
Que fiquem nas tavernas as bebidas,putas e fumos
Que fiquem vazios os salões festosos e vastos
Que as mulheres não venhas com seus perdidos rumos
E que fiquem acobertados seus seios fartos
Que não venha a noite,que ela não caia
Pois quando cai a noite me vem o açoite
me vem a tristeza e ador na calada da noite
É minha amada que aparece para me atormentar
É minha amada que em meus sonhos decidiu ficar
A desgraçada que longe está e que sempre vou amar.
Cássio Moreira
Que a noite não caia e que fique escondida
Que o dia sempre seja vasto e iluminado
Que não caia a noite e não sofra minha vida
Que fiquem nas tavernas as bebidas,putas e fumos
Que fiquem vazios os salões festosos e vastos
Que as mulheres não venhas com seus perdidos rumos
E que fiquem acobertados seus seios fartos
Que não venha a noite,que ela não caia
Pois quando cai a noite me vem o açoite
me vem a tristeza e ador na calada da noite
É minha amada que aparece para me atormentar
É minha amada que em meus sonhos decidiu ficar
A desgraçada que longe está e que sempre vou amar.
Cássio Moreira
18 de out. de 2008
Aurora doutrora(adeus querida)
Saudades dos tempos doutrora
Onde felicidade reinava entre a família
Mas está chegando a esperada hora
Que todos sabem e todos vão ver
Quando éramos pequenos brincávamos e ríamos
Todos juntos sendo alegres e felizes
Pelos parques corríamos e nos divertíamos
Pois era isso que era viver
Mas é chegada a hora de você partir
foi bom ficar com você todo esse tempo querida!
Você foi muito especial!Sempre na saudade teu nome vou lembrar!
Sinto muito querida,mas eu tenho que ficar
Você tem que partir ,pois é chegada a hora
e para sempre e ternamente vou te amar.
Cássio Moreira
Onde felicidade reinava entre a família
Mas está chegando a esperada hora
Que todos sabem e todos vão ver
Quando éramos pequenos brincávamos e ríamos
Todos juntos sendo alegres e felizes
Pelos parques corríamos e nos divertíamos
Pois era isso que era viver
Mas é chegada a hora de você partir
foi bom ficar com você todo esse tempo querida!
Você foi muito especial!Sempre na saudade teu nome vou lembrar!
Sinto muito querida,mas eu tenho que ficar
Você tem que partir ,pois é chegada a hora
e para sempre e ternamente vou te amar.
Cássio Moreira
Frio
Na minha hora de desespero e saudade
Haha,não,você não está aqui
E não importa o quão você tenha pena de mim
Nada você pode fazer para mudar nosso destino
Esse é o pior momento da minha vida
Onde a sorte me deu as costas
O destino cuspiu em mim
E a luz da fé se apagou pelo frio do Outro Lado
Frio!!Está FRIO!!!
Muito frio!!!Escuro!
Ninguém liga para mim
Ninguém ouve meus sussuros de desespero!
E você está aí em sua torre inatingível!
Olhando os cacos do quadro que pintamos juntos
Da brincadeira de amar que deu errado
Do amor forte e mal planejado
E você não sabe o quanto eu tentei achar meu espaço nesse mundo
Crescer e ser alguem para um dia te alcançar
Poder chegar a você e poder te fazer feliz
Você nunca vai saber o quanto eu tentei
Quantas noites mal durmidas passei
Quandos murros ao léu em vão eu dei
Quantos fios de cabelo de raiva arranquei
Você não sabe nada da dor que eu passei
E eu aguentaria sofrer por ti muito mais!
Mas você não pode suportar a dor
Mas fez bem em me afastar de ti
Pois ao menos assim feliz você poderá ser
Mas esse amor me marcou para sempre
rasgou meu coração e o marcou
Me deixou cicatrizes
Para nunca mais serem removidas
E eu te amei como nunca amei mais ninguém!
Amei como se esse amor fosse um pêndulo
Onde um lado pendia minha morte
Noutro lado minha própia vida!
E esse sentimento me consome e me mata
Pos eu sei que não posso mais esperar por ti
pois sei que acordarei num canto frio dalgum lugar
abrirei meus olhos e não verei a ti nem ao luar
E agora,enquanto eu morro por você
meu corpo se arrasta por entre os cacos da minha vida
Enquanto meus olhos secam de lágrimas
e meus lábios respiram teu nome
E minhas mãos seguram tuas palavras
e meus pensamentos se esvairam em uma foto sua
e meus ossos sentem o frio sem teu calor
e minha pele rasga por não poder te sentir
finalmente meu corpo para de lutar e cai
derrotado e sem esperanças de te ter
o sangue e as lágrimas secos
e os pensamentos evaporados
por mais que eu não possa te tocar
Por mais que a vida não faça mais sentido
Por mais que tenha feito isso comigo
Enternamente e para sempre eu vou te amar.
Cassio moreira .
Haha,não,você não está aqui
E não importa o quão você tenha pena de mim
Nada você pode fazer para mudar nosso destino
Esse é o pior momento da minha vida
Onde a sorte me deu as costas
O destino cuspiu em mim
E a luz da fé se apagou pelo frio do Outro Lado
Frio!!Está FRIO!!!
Muito frio!!!Escuro!
Ninguém liga para mim
Ninguém ouve meus sussuros de desespero!
E você está aí em sua torre inatingível!
Olhando os cacos do quadro que pintamos juntos
Da brincadeira de amar que deu errado
Do amor forte e mal planejado
E você não sabe o quanto eu tentei achar meu espaço nesse mundo
Crescer e ser alguem para um dia te alcançar
Poder chegar a você e poder te fazer feliz
Você nunca vai saber o quanto eu tentei
Quantas noites mal durmidas passei
Quandos murros ao léu em vão eu dei
Quantos fios de cabelo de raiva arranquei
Você não sabe nada da dor que eu passei
E eu aguentaria sofrer por ti muito mais!
Mas você não pode suportar a dor
Mas fez bem em me afastar de ti
Pois ao menos assim feliz você poderá ser
Mas esse amor me marcou para sempre
rasgou meu coração e o marcou
Me deixou cicatrizes
Para nunca mais serem removidas
E eu te amei como nunca amei mais ninguém!
Amei como se esse amor fosse um pêndulo
Onde um lado pendia minha morte
Noutro lado minha própia vida!
E esse sentimento me consome e me mata
Pos eu sei que não posso mais esperar por ti
pois sei que acordarei num canto frio dalgum lugar
abrirei meus olhos e não verei a ti nem ao luar
E agora,enquanto eu morro por você
meu corpo se arrasta por entre os cacos da minha vida
Enquanto meus olhos secam de lágrimas
e meus lábios respiram teu nome
E minhas mãos seguram tuas palavras
e meus pensamentos se esvairam em uma foto sua
e meus ossos sentem o frio sem teu calor
e minha pele rasga por não poder te sentir
finalmente meu corpo para de lutar e cai
derrotado e sem esperanças de te ter
o sangue e as lágrimas secos
e os pensamentos evaporados
por mais que eu não possa te tocar
Por mais que a vida não faça mais sentido
Por mais que tenha feito isso comigo
Enternamente e para sempre eu vou te amar.
Cassio moreira .
Eu teria te amado por toda minha vida
Eu teria te amado por toda minha vida
Teria dado tudo que tenho por ti
Me entregaria à essa paixão de corpo e alma
Sofreria mil vezes o sofrido em toda minha vida
Queria que nossa promessa pudesse ser cumprida
Queria poder sorrir no momento em que te vi
Queria eu conseguir manter a calma
Quando perceber que você não está na minha vida
Oh destino cruel?Porque me enganastes?
Por que me feristes e me ludibriastes??
Por que me mostrou aqueles olhos negros e aquele sorriso afável?Para que eu a amasse?
Por que fez com que a distância nos separasse?
Por que fez com que a sorte nos derrubasse?
Por que fez meu ser amar tanto quem não posso ao menos tocar com minhas mãos a pálida face?
Cássio Moreira
Teria dado tudo que tenho por ti
Me entregaria à essa paixão de corpo e alma
Sofreria mil vezes o sofrido em toda minha vida
Queria que nossa promessa pudesse ser cumprida
Queria poder sorrir no momento em que te vi
Queria eu conseguir manter a calma
Quando perceber que você não está na minha vida
Oh destino cruel?Porque me enganastes?
Por que me feristes e me ludibriastes??
Por que me mostrou aqueles olhos negros e aquele sorriso afável?Para que eu a amasse?
Por que fez com que a distância nos separasse?
Por que fez com que a sorte nos derrubasse?
Por que fez meu ser amar tanto quem não posso ao menos tocar com minhas mãos a pálida face?
Cássio Moreira
Ousados demais.
Amor encontrado na música silenciosa
Entre gosto e desgostos em comum
Entre lágrimas e sorrisos disfarçados
Entre rosas e cartas rasgadas
Amor morto entre gritos silenciosos
Entre recados que não faziam mal algum
Estavam os dois perdidamente apaixonados
Estavam para sempre suas vidas marcadas
Pois um dia a distância separou
Os dois que sozinhos se encontraram
Os dois que distantes se separaram
E nunca mais a vida se alegrou
Pois nunca os amantes se juntaram
E seus corações para sempre se apagaram
Cássio Moreira
Entre gosto e desgostos em comum
Entre lágrimas e sorrisos disfarçados
Entre rosas e cartas rasgadas
Amor morto entre gritos silenciosos
Entre recados que não faziam mal algum
Estavam os dois perdidamente apaixonados
Estavam para sempre suas vidas marcadas
Pois um dia a distância separou
Os dois que sozinhos se encontraram
Os dois que distantes se separaram
E nunca mais a vida se alegrou
Pois nunca os amantes se juntaram
E seus corações para sempre se apagaram
Cássio Moreira
O mal que está contido
Arranho as paredes sem nenhuma razão
Nesta casca morta nao há nenhum sentimento
Não bate nenhum amor neste coração
Só restou o frio,a morte e o tormento
Lá dentro não sinto mais nenhuma emoção
Sei que la foi tragada pelo sofrimento
Não há mais neste monstro nenhuma razão
O ódio subiu e tomou meu momento
Por que aos outros causa tristeza e sofrimento?
Porque tu sorri ao ver as lágrimas que causaste?
Por que se alegra em meio a esse tormento?
Espelho espelho, por favor olhe bem lá no fundo
Podes ver o mal que em mim está contido?
Mal esse que é o mal de todo o mundo.
Cássio Moreira
Nesta casca morta nao há nenhum sentimento
Não bate nenhum amor neste coração
Só restou o frio,a morte e o tormento
Lá dentro não sinto mais nenhuma emoção
Sei que la foi tragada pelo sofrimento
Não há mais neste monstro nenhuma razão
O ódio subiu e tomou meu momento
Por que aos outros causa tristeza e sofrimento?
Porque tu sorri ao ver as lágrimas que causaste?
Por que se alegra em meio a esse tormento?
Espelho espelho, por favor olhe bem lá no fundo
Podes ver o mal que em mim está contido?
Mal esse que é o mal de todo o mundo.
Cássio Moreira
Nossa noite
Anjo de pálida face
A mais cobiçada moça
Com seus delicados traços
Me deseje essa noite
Me beije com tua boca
Me envolva em teus braços
Pois nosso amor é segredo
Mas mesmo que eternamente eu sofra
Quero esta noite unir nosso laços
Pois essa noite é nossa chance
Para fugir dessa rotina louca
E nos envolvermos em nossos amassos
Esta noite pela janela verei o luar
Verei você sorrindo completamente nua
E ao fim da noite irei embora chorando
Bem longe,caído no meio da rua.
Cássio Moreira
A mais cobiçada moça
Com seus delicados traços
Me deseje essa noite
Me beije com tua boca
Me envolva em teus braços
Pois nosso amor é segredo
Mas mesmo que eternamente eu sofra
Quero esta noite unir nosso laços
Pois essa noite é nossa chance
Para fugir dessa rotina louca
E nos envolvermos em nossos amassos
Esta noite pela janela verei o luar
Verei você sorrindo completamente nua
E ao fim da noite irei embora chorando
Bem longe,caído no meio da rua.
Cássio Moreira
Por que me matou?
Oh meu anjo,por que me enganaste desse jeito?
Porque permitiste que eu me apaixonasse por tua loucura?
Porque deixastes que tua voz invadisse meus dias?
E que teu corpo se envolvesse em meus braços?
Oh meu anjo,por que pediste que eu confiasse em ti?
Por que envolveste minha vida com sua doce ternura?
Por que vieste como a morte e tornaste minhas noites frias?
Por que me sufocou até a morte em seus afáveis braços?
Em ti eu vi a luz de uma vida nova
Por ti respirei o ar de uma nova esperança
Para ti refiz meu coração,muito mais forte!
Mas a luz da vida cegou meus olhos
E o ar da esperança encheu meus pulmões de morte
Queria eu antes ter sido mais forte.
Cássio Moreira
Porque permitiste que eu me apaixonasse por tua loucura?
Porque deixastes que tua voz invadisse meus dias?
E que teu corpo se envolvesse em meus braços?
Oh meu anjo,por que pediste que eu confiasse em ti?
Por que envolveste minha vida com sua doce ternura?
Por que vieste como a morte e tornaste minhas noites frias?
Por que me sufocou até a morte em seus afáveis braços?
Em ti eu vi a luz de uma vida nova
Por ti respirei o ar de uma nova esperança
Para ti refiz meu coração,muito mais forte!
Mas a luz da vida cegou meus olhos
E o ar da esperança encheu meus pulmões de morte
Queria eu antes ter sido mais forte.
Cássio Moreira
17 de out. de 2008
último ato
Amada querida que o destino despedaça
Não chores mais por teu degraçado amado
O tempo cura as chagas desse amor maldito
Queria eu teu nome nunca ter proferido
Tenha paciência meu amor ,pois o tempo passa
Essa tragédia marcante foi nosso ultimo ato
Meu coração jaz morto ,frio e perdido
E eu choro pois sei que poderia ter te esquecido
Mas oh minha dama não chores essa noite!
Pois um dia o anjo da morte virá para nós
Juntos no sepulcro estaremos, como sempre sonhamos
Mas oh minha dama não chores essa noite!
Pois um dia morreremos todos nós
E estaremos juntos como sempre sonhamos.
Cássio Moreira
Não chores mais por teu degraçado amado
O tempo cura as chagas desse amor maldito
Queria eu teu nome nunca ter proferido
Tenha paciência meu amor ,pois o tempo passa
Essa tragédia marcante foi nosso ultimo ato
Meu coração jaz morto ,frio e perdido
E eu choro pois sei que poderia ter te esquecido
Mas oh minha dama não chores essa noite!
Pois um dia o anjo da morte virá para nós
Juntos no sepulcro estaremos, como sempre sonhamos
Mas oh minha dama não chores essa noite!
Pois um dia morreremos todos nós
E estaremos juntos como sempre sonhamos.
Cássio Moreira
Nameless
Pela colina fria teu rosto avistei
A luz da lua em tua face refletia
Oanjo da morte que as asas desabrochava
Oh deus ,era a mulher que eu tanto amava
Logo ao teu encontro fui e me aproximei
mas naquele encontro de início eu já sabia
sabia,meu coração sabia que te amava
Oh,mas o infinito horizonte para sempre nos separava
Mas amei,oh eu lhe amei,musa!Amo e sempre amei!
Como nunca ousei amar!Mas desde início eu já sabia
És tu minha musa,o anjo da colina fria
Mas contigo não posso ficar,eu já sei
A tristeza da distânica é serventia
És tu minha musa,o anjo da colina fria!!
Cássio moreira ( no caso eu e_e )
A luz da lua em tua face refletia
Oanjo da morte que as asas desabrochava
Oh deus ,era a mulher que eu tanto amava
Logo ao teu encontro fui e me aproximei
mas naquele encontro de início eu já sabia
sabia,meu coração sabia que te amava
Oh,mas o infinito horizonte para sempre nos separava
Mas amei,oh eu lhe amei,musa!Amo e sempre amei!
Como nunca ousei amar!Mas desde início eu já sabia
És tu minha musa,o anjo da colina fria
Mas contigo não posso ficar,eu já sei
A tristeza da distânica é serventia
És tu minha musa,o anjo da colina fria!!
Cássio moreira ( no caso eu e_e )
1 de out. de 2008
A TI
Oh! quão formoso me surge o dia
Lá quando a noite se inclina ao mar,
Quando na aurora que me extasia,
Teu belo rosto cuido avistar!
Não sei que esp'rança jamais sentida
Então me adeja no peito aqui;
E que na aurora saúdo a vida,
Outrora escura, sem luz, sem ti.
Correm as horas, a noite avança,
A lua brilha com meigo alvor;
Então minha alma, que em paz descansa
Divaga em sonhos d'ignoto amor.
No véu d'estrelas, na branca lua
Meus olhos buscam olhos que eu vi,
E o pensamento longe flutua,
E uma saudade revoa a ti.
Soares de passos - Segunda geração do romantismo em Portugal
29 de set. de 2008
Auto-retrato
Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão de altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno;
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos, por taça escura,
De zelos infernais letal veneno;
Devoto incensador de mil deidades
(Digo de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades,
Eis Bocage em quem luz algum talento;
Saíram dele estas verdades,
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Bocage
Bem servido de pés, meão de altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno;
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos, por taça escura,
De zelos infernais letal veneno;
Devoto incensador de mil deidades
(Digo de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades,
Eis Bocage em quem luz algum talento;
Saíram dele estas verdades,
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Bocage
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